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Um blockbuster televisivo, uma série de fantasia impiedosa, violenta, sexual, problemática, chega agora ao fim — a partir de dia 15. É uma rara experiência global no meio de demasiada TV. Leva-nos de volta à forma como costumávamos ver televisão — um passado em que todos viam a mesma coisa, semanalmente, e podiam comentá-la no dia a seguir na escola, no trabalho, no café. É um paradoxo nestes tempos em que as opções são ilimitadas e a fragmentação dos públicos inevitável. Sem spoilers.

Foi ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros em alguns momentos crucias da adesão de Portugal à Comunidade Europeia. O seu prestígio no Palácio das Necessidade não diminuiu com o tempo. Foi Presidente da Assembleia da República por dois mandatos. Retirou-se da política activa desde então, reservando o tempo para algumas aulas e para a Fundação Francisco Manuel dos Santos, a que preside. Não tem dúvida de que a Europa, ou deixa de fingir que existe, ou está condenada ao declínio. A última entrevista da série A Europa e o Presente.

O futebol continua a ser o desporto que mais pessoas encanta, mas há quem também caia no charme de outras modalidades. O PÚBLICO foi falar com alguns adeptos polivalentes, focados em acompanhar o clube nas várias frentes, quer seja no estádio perto de casa, ou num pavilhão a mais de 300 quilómetros de distância.